
Imagine esta situação: você é um jogador de futebol, mas não é qualquer um, é a referencia do time, o craque, aquele jogador que o torcedor faz questão de pagar o ingresso pra ver atuando e que serve de exemplo para diversas crianças que se orgulham de mostrar a camisa do seu time de coração com seu nome estampado.
Não pare por ai, imagine também o quanto você batalhou para chegar aonde esta, quantas aulas teve que matar pra ir treinar, quantas noites mal dormidas por acordar a seis da manhã para ir pra escola e chegar as 23 h em casa depois do um treino pesado e duas conduções, quantos “nãos” você escutou até chegar o sim. Todo esse trabalho agora é reconhecido, produtos de todos os gêneros e gostos têm seu nome ou seu rosto estampado, tal como outdoors e comerciais de TV. Seu salário anual permite o luxo de comprar 4 carros populares por mês se quiser,tem uma casa enorme,além do apartamento que comprou para seus pais e seu irmão.Uma vida de rei,conquistada com muito esforço e perseverança,a vida que todos queriam ter pra si.Ou não.
Jogadores que tem essa vida de “rei”, nem sempre são tão felizes quanto a profissão permite. Atualmente é mais comum noticias sobre baladas e farras feita por jogadores deste nível, do que seu futebol apresentado no jogo do fim de semana. O preço para todo esse ‘pseudoconforto’ é caro: inexistência de privacidade.
Mesmo não constando nos contratos milionários o jogador referencia do time não pode se expor para a imprensa, tem que viver na surdina, premeditar todas suas ações e palavras,não dar o mínimo motivo para que um tablóide sensacionalista comece uma intriga ou distorça as palavras que disse espontaneamente,tem que viver com a rédea curta.
Coloque-se novamente no lugar do futebolista, depois de todo esse caminho percorrido até chegar onde esta, no auge de sua idade e futebol, te proíbem de levar uma vida como outra pessoa qualquer?Não poder sair a noite durante a semana, em que não tem jogo, senão será capa do jornal do dia seguinte?Tudo isso valeu a pena?
Muitos jogadores devem fazer essa pergunta para si mesmo,o fato de não serem tratados como outro trabalhador qualquer tem seu lado bom pelo reconhecimento e o ruim pelo excesso do mesmo.Esse pode ser um dos motivos para que craques como Ronaldinho Gaúcho,Ronaldo,Adriano e Robinho tenham parado de apresentar aquele futebol que os levou à fama,por que desaprender a jogar ninguém desaprende da noite para o dia.
Então o que se pode fazer quando perguntarem a esses jogadores: ‘Bora balada?’,a resposta tem que ser uma só: Balada,não pode mais.
Não pare por ai, imagine também o quanto você batalhou para chegar aonde esta, quantas aulas teve que matar pra ir treinar, quantas noites mal dormidas por acordar a seis da manhã para ir pra escola e chegar as 23 h em casa depois do um treino pesado e duas conduções, quantos “nãos” você escutou até chegar o sim. Todo esse trabalho agora é reconhecido, produtos de todos os gêneros e gostos têm seu nome ou seu rosto estampado, tal como outdoors e comerciais de TV. Seu salário anual permite o luxo de comprar 4 carros populares por mês se quiser,tem uma casa enorme,além do apartamento que comprou para seus pais e seu irmão.Uma vida de rei,conquistada com muito esforço e perseverança,a vida que todos queriam ter pra si.Ou não.
Jogadores que tem essa vida de “rei”, nem sempre são tão felizes quanto a profissão permite. Atualmente é mais comum noticias sobre baladas e farras feita por jogadores deste nível, do que seu futebol apresentado no jogo do fim de semana. O preço para todo esse ‘pseudoconforto’ é caro: inexistência de privacidade.
Mesmo não constando nos contratos milionários o jogador referencia do time não pode se expor para a imprensa, tem que viver na surdina, premeditar todas suas ações e palavras,não dar o mínimo motivo para que um tablóide sensacionalista comece uma intriga ou distorça as palavras que disse espontaneamente,tem que viver com a rédea curta.
Coloque-se novamente no lugar do futebolista, depois de todo esse caminho percorrido até chegar onde esta, no auge de sua idade e futebol, te proíbem de levar uma vida como outra pessoa qualquer?Não poder sair a noite durante a semana, em que não tem jogo, senão será capa do jornal do dia seguinte?Tudo isso valeu a pena?
Muitos jogadores devem fazer essa pergunta para si mesmo,o fato de não serem tratados como outro trabalhador qualquer tem seu lado bom pelo reconhecimento e o ruim pelo excesso do mesmo.Esse pode ser um dos motivos para que craques como Ronaldinho Gaúcho,Ronaldo,Adriano e Robinho tenham parado de apresentar aquele futebol que os levou à fama,por que desaprender a jogar ninguém desaprende da noite para o dia.
Então o que se pode fazer quando perguntarem a esses jogadores: ‘Bora balada?’,a resposta tem que ser uma só: Balada,não pode mais.

Eu acredito que uma das razões mais fortes para isso seja a falta de educação formal dos boleiros.
ResponderExcluirPode reparar que os jogadores que tiveram uma estrutura familiar e uma educação mais "reforçada", em geral são muito mais responsáveis, casos de Kaká, Julio Cesar, Marcos, Rogerio Cenico, entre outros.
A equação é dinheiro + fama + mulher - educação = deslumbramento + irresponsabilidade.
Belo texto, Lu!
ResponderExcluirO comentário que fizeram aê faz algum sentido.
Acho que assim, a vida é feita de escolhas... Ele tinha que estar ciente disso, trocar a privacidade pela fama. São duas coisas que assim, dificilmente coexistem!
Mas tenho dó dos carinhas... Tbm são pessoas, tbm tem vontade de curtir as festas e etc! Como todos, eles deveriam ter direito de escolher QND ficar "estavel" na vida... casar etc.
pronto, falei demais uiahuahuai
continue assim =D e avise no twitter senão eu num lembro hauiahia
bjon!
você tá ficando bom nissoo... fodaaa
ResponderExcluirAí tem mesmo um problemão em relação as atitudes do jogador... mas eu vejo uma ferida maior no interesse de uma "platéia" em ver "ídolos" fazendo coisas "erradas". Acredito que enquanto suas asneiras não interferirem no futebol, a farra tá liberada.
ResponderExcluirO problema é que os exemplos práticos mais que provam que a tal da farrinha ACABA com a imagem E o rendimento do atleta.
Gostei bastante do seu texto, se o blog continuar assim, vai bombar!!
Oi lu...sou eu,sua melhor prima...vou recomendar seu blog no meu ok?!recomenda o meu tbm ,please:
ResponderExcluirhttp://bellapoetisa.zip.net
bjoo
Pra que tanta indignação? Ele não deveria ser um trabalhador comum? Logo tem que arcar com as consequencias das suas escolhas assim como todos!
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